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terça-feira, 26 de novembro de 2019

Tempo de mudança...



... de recomeço.
Há alturas na nossa vida em que nos parece que já "andamos por andar".
Criamos hábitos,  rotinas que a dada altura, se pararmos e pensarmos, já deixaram de fazer sentido e não nos tínhamos apercebido. E falo de coisas do dia a dia, banais. Tão banais como ir sempre pelo mesmo caminho, usarmos o mesmo perfume, irmos ao mesmo cabeleireiro.... são estas pequenas rotinas que castram a nossa criatividade e que nos rouba  o tempo. O tempo que passamos a fazer as coisas por fazer, ao invés de estarmos a fazer o que gostamos ou a fazer coisas novas.

Há uns meses, propus-me contrariar os meus mais enraizados hábitos.
Mudei de cabeleireiro, fiz um corte radical que, quem me segue no Instagram já teve oportunidade de ver, comecei a usar estradas alternativas que me levam aos mesmos locais, vou a supermercados diferentes, eu própria tento ser mais tolerante com as contrariedades do dia a dia.

A estimulação cerebral é demasiado importante (principalmente para pessoas que, como eu, não tem um emprego fora de casa) para não lhe darmos a devida importância e a falta de estímulo pode levar-nos a graves doenças.

O que costumam fazer para estimular o vosso cérebro?
Utilizam algum destes truques ou têm outros que queiram partilhar?

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

O artigo 13


Enquanto a lei não é aprovada, vou usando as imagens do banco da Google

Mas que anormalidade é esta? Desculpem-me a expressão, mas não consigo encontrar uma palavra que melhor defina esta lei.

Foi o meu filho que falou nisto ao jantar. Tanto eu como o Pai achamos que ele, na inocência dos seus 15 anos, tinha percebido mal a notícia e que não poderia ser bem assim.
No entanto, resolvi pesquisar sobre o assunto e a surpresa não podia ter sido maior. Como assim a Internet pode acabar na Europa tal e como a conhecemos presentemente? Como assim, senhores da Comissão Europeia?

Ou seja, tudo gira à volta do dinheiro,  claro, e dos direitos de autor.
Pelo que percebi, todos os criadores de conteúdo estaremos proibidos de mostrar nos nossos blogs, vlogs, canais de youtube, contas de Instagram, etc, qualquer imagem, qualquer texto, qualquer producto que não seja de nossa autoria, mesmo que os créditos estejam devidamente identificados. Em linguagem mais simples e à moda antiga: censura à nossa liberdade de expressão!

Mas, e porque é que um tema destes, tão importante,  que mexe com a vida de todos os cidadãos Europeus, não aparece nos grandes meios de comunicação social? Porque é que não ouvimos falar disto nos canais de televisão? Palpites?

Ora aí está: Isto está assim, a tentar ser abafado porque só beneficia as grandes empresas! Funciona como um filtro para apenas consumirmos o que está disponível, ou seja, os conteúdos das grandes empresas, como e quando elas querem.
Estão a perceber a dimensão disto e o que está aqui envolvido?

Posto isto, precisamos da ajuda de todos e  para isso foi criada uma Petição online que é urgente e muito importante que assinem e façam chegar ao máximo número de pessoas possível, partilhando pelas vossas redes sociais.

O que acham disto? Acham que a lei vai mesmo ser aprovada?
Eu já assinei a petição!  E  vocês?



sexta-feira, 27 de abril de 2018

O meu blogue e a minha vida ❤

Olá a todos!!

Nos últimos dias dei-me conta que, alguns dos blogues que mais gosto de ler partilharam que lhes tinha sido sugerido/aconselhado a escreverem menos sobre a sua vida e os seus assuntos. Como assim???

Mas então,  o que é,  afinal, um blogue? Não é um sítio electrónico pessoal, onde cada um escreve o que lhe vai na alma? Não é, em muitos casos, um diário digital onde partilhamos ideias, preferências e opiniões?

Não faço ideia quem foi/foram o autor ou autores de tais sugestões.

No entanto e enquanto leitora de muitos e autora de três blogues, posso garantir que gosto muito mais de ler (e de escrever) artigos de opinião,  de histórias pessoais, rotinas de dia-a-dia, sejam elas quais forem, de beleza, looks ou hábitos de leitura, que me permitem conhecer um pouco mais quem está por trás do blogue, do que artigos generalistas que lemos parecidos em variadíssimas plataformas.

Prefiro mil vezes ler um episódio de um problema pessoal ou um sucesso alcançado do que ler sobre a review de um producto que foi enviado em barda para dezenas de bloguers e influencers e que, de repente, tens dezenas de blogues a falar do mesmo.
Compreendo que o façam e muitas das opiniões são credíveis (outras  nem tanto assim 😉). Também sei que as parcerias são excelentes e servem, muitas vezes para sentirmos reconhecido e valorizado o nosso trabalho,  mas, volto a dizer, prefiro outro tipo de posts e, normalmente, quando entro num blogue e vejo que o tema do último post é o mesmo tema que já li duas vezes,  passo imediatamente ao blogue seguinte!

Não sei o que sentem em relação a isto, mas decidi partilhar convosco a minha opinião, porque este é o meu blogue e foi também para isto que o criei ☺

Jeans (coleção AW17/18) e camisa de linho (old) Zara; Sweat de linha com fios dourados (old) Lanidor; Lenço de seda animal print (old) Loja Bubbles and Co; Sapatos de camurça taupe (very old) Hera; Sunnies Rayban. 

E, como já vem sendo hábito,  escolho uma foto minha para ilustrar estas publicações de opinião. Esta foto foi tirada no passado fim de semana, embora as peças do look seja todas de colecções anteriores, mas que eu continuo a adorar!
Quem me segue no Instagram, já teve oportunidade de ver em primeira mão ☺

O que acham do look? O ano passado, ficava tudo tudo mais larguinho 😂

E do post, o que acharam? Estão de acordo comigo ou a vossa opinião é diferente?
Contem-me tudo. Todas as opiniões são válidas e bem vindas!

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Posso vestir??



Foto tirada durante as últimas férias Abril/2018


Sou frequentemente assaltada por dúvidas relacionadas com o que posso ou não usar, com o que é adequado ou não à minha idade e ao meu corpo.

Ora, eu não sou daquelas pessoas que escolhe o que vai vestir a pensar nesta ou naquela pessoa.
Eu adoro seguir as tendências e costumo eleger o que vou vestir seguindo alguns critérios básicos.  Óbvio que a primeira coisa que interessa é "qual é a ocasião, a situação ou o evento".

Depois, é muito importante também o conforto. Recuso-me a usar uma ou mais peças que me limitem os movimentos, que me apertem ou que tenham alças constantemente a descair. Conhecem esse filme, certo? Não há nada mais incómodo que um casaco que prende os braços ou uns sapatos que magoam no calcanhar! Por muito trendy que sejam!!

Depois vem o facto de não ter o corpo que gostava. Muito longe disso,  até.
Desde há uns bons meses para cá, tenho vindo a coleccionar kilos e, acreditem, tenho a colecção bem completa. Mas, voltando ao assunto, tento sempre vestir peças que me ajudem a disfarçar a minha colecção de kilos 😉

Por último,  mas não menos importante, há a questão da idade.
Pois, parece que, perante a sociedade, as mulheres à beira dos 50 anos têm que vestir um clássico tailleur, ou correm o risco de se tornarem ridículas... com esta é que estão tramados, porque eu sou uma rebelde e muito pouco clássica ☺

Posto isto, está visto que não temos a vida facilitada na hora de vestir!

É normal que, em determinadas situações nos sintamos um pouco pressionadas, seja pelas tendências,  seja pela sociedade...
Na minha opinião, o importante é que nos sintamos bem. Que nos sintamos bonitas e confiantes.

Nem tudo o que é moda nos fica bem ou nos favorece,  é certo, mas, se nos sentirmos bem, se nos olhamos ao espelho e gostamos do que vemos, porquê não vestir?

Porque é que eu não devo vestir uns jeans rasgados, que adoro e com os quais me sinto lindamente, só porque tenho 47 anos?
Porque é que não devemos usar um vestido com print floral, que adoramos, só porque temos uns kilos a mais?
Porque é que não devemos usar uma mini saia de pele, super trendy, só porque temos as pernas muito finas?

Estão a perceber a ideia?

O que eu defendo é que devemos usar o que nos fica bem, o que nos faz sentir bonitas, o que gostamos e vai ao encontro do nosso estilo próprio e ser felizes 😍

Estão comigo? Ou são 100% fashion and society victims?

Bom fim de semana
😘

sexta-feira, 30 de março de 2018

Cestas aos molhos!

No meu post de segunda feira, tinha abordado ao de leve este tema. É um tema delicado e estou a mandar-me para fora de pé, mas, desculpem-me (alguns) senhores da indústria artesanal de cestaria, ou quem se diz artesão na área, mas isto tem de ser discutido.

Todos sabemos  que o trabalho artesanal é dos mais caros e menos valorizados que há. No entanto, há limites!
Gostaria de conseguir escrever com algum humor, mas este tema deixa-me triste e logo, sem espírito para brincadeiras. Este é um assunto e um post sérios.

Imagens via Google 

Quando esta tendência começou a surgir por tudo o que era fast fashion, criou-se (e muito bem) um género  de um movimento que incentivava a compra das cestas no nosso mercado tradicional e, boicotava assim a compra nas multi nacionais. Tudo estaria certíssimo (eu própria comprei a minha primeira cesta no mercado artesanal nacional) se não fosse o oportunismo.

Obviamente, todos trabalhamos para ganhar dinheiro, não é isso que está em causa. O que está em causa é a prática de valores completamente ridículos por algumas "marcas" intermediárias. Pois... intermediárias!

Ora, vejam comigo:
se o artesanato fosse vendido pelo productor, directamente, sem intermediários, conseguiríamos peças bonitas e de boa qualidade a um bom preço.
Passando por um intermediário razoável,  conseguiríamos as mesmas peças de boa qualidade, personalizadas com bom gosto e de forma original a um preço justo.
Deixei este exemplo no meu outro post, mas há mais marcas ☺
e depois há as marcas oportunistas, onde temos productos que podem ser de boa qualidade (ou não), originais e personalizadas sem grande investimento  (vi algumas peças personalizadas apenas com um pendente de fios de algodão colorido), a um preço completamente absurdo, como se uma brand se tratasse quando, no fundo, não passa de uma cesta de verga de fabrico artesanal!!!

Não quero, com isto, retirar o mérito do espírito inovador e empreendedor das marcas (e das pessoas por trás das marcas), mas tem de haver limites razoáveis,  até para que haja concorrência justa!
E isto não se passa só com as cestas, é transversal a tudo o que é tendências de moda! Basta passear por um ou dois "mercados" destes que agora estão tão na moda aqui em Lisboa e comprovar que o que aqui escrevo, é mesmo assim, sem qualquer tipo de ênfase acrescentada ☺

Sou muito defensora do consumo dos productos nacionais. Gosto de ter peças originais e que primem pela diferença, coisa que não consigo se comprar na Zara ou noutra semelhante, mas, se eu tiver disponíveis,  por exemplo, 150 euros para comprar uma carteira, obviamente, não vou comprar uma cesta duma marca que ninguém conhece! Vou agarrar nesses 150 euros e vou comprar uma carteira da Michael Kors ou da Bimba y Lola!!! E decido isso, sem pestanejar!

E vocês, o que pensam desta especulação descontrolada?
Acham justo que se venda uma cesta de verga à qual apenas se acrescentou um pendente colorido, por 125 euros, quando o artesão que a produziu de raiz, a vendeu por uns 15 ou 20 euros? Ou menos?
Não concordam que deveria haver um meio termo?

Desculpem-me o desabafo ☺